Revoada no FISL16: “Projeto Jovem Hacker é apresentado na abertura do 16º Fórum Internacional Software Livre”

Release: Projeto Jovem Hacker é apresentado na abertura do 16º Fórum Internacional Software Livre, compartilhado pela Sala da Imprensa do 16º Fórum Internacional de Software Livre, texto original no site http://softwarelivre.org/fisl16/imprensa/sala-de-imprensa. Confira o vídeo da apresentação.

Imagem d@s participantes do FISL16 antes de começar a palestra
Imagem d@s participantes do FISL16 antes de começar a palestra. Foto by. Tel Amiel

A palestra “Ensinando Programação Para Formar Não-Programadores” apresentou o projeto e questões sobre ensino de programação

O 16º Fórum Internacional Software Livre (FISL) teve início nesta quarta-feira (08) apresentando a palestra “Ensinando Programação Para Formar Não-Programadores”. Na ocasião, foi apresentado o projeto Jovem Hacker, com o objetivo de auxiliar a formação de uma geração preparada para definir o desenvolvimento tecnológico na sociedade.

Segundo o mestre em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Gabriel Fedel, o projeto Jovem Hacker nasceu como “uma maneira de conseguir empoderar crianças tecnologicamente, ou seja, fazer com que as crianças entendam a tecnologia que elas estão usando”. Conforme Fedel, o objetivo do projeto é “formar um hacker”, um indivíduo curioso que busca modificar as coisas que utiliza.

A iniciativa, de acordo com o pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED), da Unicamp, Tel Amiel, busca “ser uma introdução muito prática, mas que a pessoa se sinta empoderada”. Amiel apresentou três princípios: a gambiarra, o tinkering (o “fuçar”) e o remix, onde o ‘mais ou menos’ é parte de uma cadeia.

De acordo com a bacharela em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Flávia Linhalis, o projeto já aconteceu no formato Piloto; numa edição Cultura Digital 2015, em Campinas; e a edição Capivari. “Nós temos um currículo com introdução à logica de programação, um pouco de programação para web e um pouco de Phyton, não para formar um programador, mas uma pessoa interessada em formar esse espírito hacker”, afirmou.

O bacana de qualquer projeto livre é que ele tem a possibilidade de ser levado para outros lugares”, disse o mestre em Tecnologia e Inovação pela Faculdade de Tecnologia da Unicamp, Alexandre Aguado. “O que nós entendemos por ética hacker baseada na paixão, no cuidado e na colaboração pode servir para a formação humana e social dos adolescentes”, afirmou Aguado sobre a edição Capivari, que foi realizada no bairro São João, região periférica, no turno inverso às aulas dos estudantes da região. Os adolescentes puderam criar jogos e trabalhar com linguagem de programação, além de aprender a lidar com hardwares, desvendando o interior dos computadores.

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